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Mostrando postagens de julho, 2021
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Primeiro não era o verbo, era a sombra. A sombra não vem do verbo que ao refletir a luz em sua magnitude, produz um resto atrás de si. A sombra é primária e assombra o próprio verbo em sua carne. Ele não sabia disso, assim, nesses termos, mas já o pressentia. Porém, como pressentimento é diferente de saber, a sombra se tornava um mistério e uma assombração, causando desejo de saber e inibição.
Quero o impossível. Quero o inesperado. Dizia a Clarice. E o Inesperado vem, diz a Inês!
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Inês, isto foi... Sim? És tão bonita e tão sensual. Acho que tu nem te dás conta...a forma como mexes no teu cabelo, a forma como me atravessas a alma com o olhar e toda esta envolvência, o pôr do sol, o rebentar das ondas, a música. Não esperava que... Eu também não. Aconteceu e foi tão bom e ao mesmo tempo tão íntimo. Anda. Aninha-te em mim. Quero ficar assim junto a ti. Mimar-te como mereces. Mas não me olhes assim. Eu não consigo... ou então olha, foge. Foge porque tenho vontade de... Acho que estou a ficar doido. Estamos os dois. (risos) Inês, vamos sair daqui os dois... passa o fim de semana comigo!
Se me puderes ouvir
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O poder ainda puro das tuas mãos é mesmo agora o que mais me comove descobrem devagar um destino que passa e não passa por aqui à mesa do café trocamos palavras que trazem harmonias tantas vezes negadas: aquilo que nem ao vento sequer segredamos mas se hoje me puderes ouvir recomeça, medita numa viagem longa ou num amor talvez o mais belo em “A noite abre meus olhos” ed. Assírio & Alvim